depois do meu post prometendo mundos e fundos (me senti até meio política haha), percebi literamente que a mudança tem que partir de mim; e estão até mesmo nas pequenas coisas. é bem aquela coisa do filme "Efeito Borboleta", teoria do caos e coisas assim... uma mudança, por menor que seja, transforma seu futuro. e quando digo futuro, pode ser daqui a 10 anos ou 10 minutos. futuro é futuro. 10 minutos é futuro. e você pode mudá-lo. não vou dizer que fiz tudo que tinha planejado. até porque a gente sempre vai se adaptando as mudanças do dia-a-dia. mas, comecei uma mudança. e gostei do resultado. é bom quando as coisas caminham e não ficam no lugar. permanecer é triste. é melhor se movimentar, mesmo que o movimento não seja totalmente bom. tempestades no caminho sempre são válidas. regam o coração e levam embora as sujeiras da vida. depois disso, o sol vem alimentar a dia.
change everything or anything. just change.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
no comando.
às vezes eu acho que sou um pouco maluca. tantas coisas que quero fazer, tantos planos, tantos desejos realizáveis (os irrealizáveis então, são inúmeros) e nada faço. eu só funciono sob pressão. é bem aquela expressão escrota (desculpe termo chulo): "quando a água bate na bunda que a gente aprende a nadar..."
tudo começa já por esse texto. estou me auto-pressionando conscientemente - e isso é possível. é bem diferente do que costumo escrever aqui, é um desabafo direto, sem enfeites ou metáforas ou meias palavras. é um texto. um texto que grita: "acoooooooorda, Ana Carolina Campi Sperb, você é capaz de tudo isso e muuuuuuito mais". é que essa falta do que fazer e a sobra de tempo me deixa mais ociosa do que nunca. a preguiça me consome. acho que gostava mais quando minha vida era totalmente tumultuada, quando eu não tinha tempo pra nada, nem mesmo para comer. aliás, comer é algo que tá me deixando louca. ficar em casa me leva a comer; e comer muito. eu que sempre me preocupei com meu corpo, com minha aparência, passo mais tempo na frente da televisão do que me arrumando ou me cuidando. e isso não é normal pra mim. sempre fui muito vaidosa. e isso era uma qualidade, sempre achei. tá, não ando desleixada também... mas, com o tempo livre, eu poderia fazer mais coisas a meu favor e ficar menos no sofá. sim, estou me mandando sair do sofá agora (não agoooooora, até porque são 23h30 e eu tô na minha cama e não no sofá), mas estou me mandando tomar alguma atitude. "vamos, Carol, sua gordinha preguiçosa, mexa-se" - é mais ou menos assim que funciona. então, vamos ao plano. não vou me comprometer a postar todos os dias que vou fazer. mas, me comprometo a tomar uma atitude e compartilhar essa mudança com você(s). preciso tomar o comando da minha vida de novo e não deixar mais o dia simplesmente acontecer. eu que sempre valorizei cada minuto, já perdi algumas semanas nessa preguiça infinda. e vou começar isso agora; vou dormir, descansar, porque amanhã meu dia vai ser longo (faz tempo que não digo isso). vai ser muuuuito longo.
tudo começa já por esse texto. estou me auto-pressionando conscientemente - e isso é possível. é bem diferente do que costumo escrever aqui, é um desabafo direto, sem enfeites ou metáforas ou meias palavras. é um texto. um texto que grita: "acoooooooorda, Ana Carolina Campi Sperb, você é capaz de tudo isso e muuuuuuito mais". é que essa falta do que fazer e a sobra de tempo me deixa mais ociosa do que nunca. a preguiça me consome. acho que gostava mais quando minha vida era totalmente tumultuada, quando eu não tinha tempo pra nada, nem mesmo para comer. aliás, comer é algo que tá me deixando louca. ficar em casa me leva a comer; e comer muito. eu que sempre me preocupei com meu corpo, com minha aparência, passo mais tempo na frente da televisão do que me arrumando ou me cuidando. e isso não é normal pra mim. sempre fui muito vaidosa. e isso era uma qualidade, sempre achei. tá, não ando desleixada também... mas, com o tempo livre, eu poderia fazer mais coisas a meu favor e ficar menos no sofá. sim, estou me mandando sair do sofá agora (não agoooooora, até porque são 23h30 e eu tô na minha cama e não no sofá), mas estou me mandando tomar alguma atitude. "vamos, Carol, sua gordinha preguiçosa, mexa-se" - é mais ou menos assim que funciona. então, vamos ao plano. não vou me comprometer a postar todos os dias que vou fazer. mas, me comprometo a tomar uma atitude e compartilhar essa mudança com você(s). preciso tomar o comando da minha vida de novo e não deixar mais o dia simplesmente acontecer. eu que sempre valorizei cada minuto, já perdi algumas semanas nessa preguiça infinda. e vou começar isso agora; vou dormir, descansar, porque amanhã meu dia vai ser longo (faz tempo que não digo isso). vai ser muuuuito longo.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Ni.

dois minutos depois de desaba(fa)r, encontrei a luz. e ela estava mais perto do que eu imaginava. aliás, ele sempre esteve por perto...
"Quando o resto do mundo parece cinza, é preciso olhar mais de perto. Azul brilha no escuro"
preste atenção. isso é vital.
www.nicolebremer.blogspot.com
empty.
me sinto vazia.
cheia de planos, ideias, coisas pra fazer e não tenho forças.
é como se eu fosse um furacão: girando ao redor de nada; oco por dentro.
onde foi parar minha inspiração pela vida?
eu me perdi em algum semáfaro estranho e deixei cair um bilhete.
nele estava escrito: viva! não apenas sobreviva.
eu preciso me lembrar disso.
e não preciso do bilhete.
eu posso sozinha.
eu sempre posso sozinha.
pude até agora!
cheia de planos, ideias, coisas pra fazer e não tenho forças.
é como se eu fosse um furacão: girando ao redor de nada; oco por dentro.
onde foi parar minha inspiração pela vida?
eu me perdi em algum semáfaro estranho e deixei cair um bilhete.
nele estava escrito: viva! não apenas sobreviva.
eu preciso me lembrar disso.
e não preciso do bilhete.
eu posso sozinha.
eu sempre posso sozinha.
pude até agora!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
..
tá, tá bom.
você não é um filho da put*.
(in)felizmente, você é exatamente o que eu preciso.
meu equilíbrio, sabe?
mas, não retiro o que disse... engulo sapos demais pra manter as coisas numa boa.
só que faço isso porque quero... porque sei como é se sentir culpado depois de surtar.
(extamante como me sinto agora?!) porque sei que não vale a pena.
todos os nossos esforços são válidos.
os seus, então, me surpreendem. você consegue me surpreender a cada dia.
e eu te amo, você sabe muito bem disso.
mas, às vezes, você é tão filho da put* que fico revoltada com isso.
o filho da put* que fisgou meu coração. do jeito mais clichê que isso quer dizer e significar.
você não é um filho da put*.
(in)felizmente, você é exatamente o que eu preciso.
meu equilíbrio, sabe?
mas, não retiro o que disse... engulo sapos demais pra manter as coisas numa boa.
só que faço isso porque quero... porque sei como é se sentir culpado depois de surtar.
(extamante como me sinto agora?!) porque sei que não vale a pena.
todos os nossos esforços são válidos.
os seus, então, me surpreendem. você consegue me surpreender a cada dia.
e eu te amo, você sabe muito bem disso.
mas, às vezes, você é tão filho da put* que fico revoltada com isso.
o filho da put* que fisgou meu coração. do jeito mais clichê que isso quer dizer e significar.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
.
às vezes você é tão filho da put* que me dá vontade de morrer de tanta raiva.
mas, se eu morrer de raiva, não vou viver pra ver o dia que eu serei filha da put* com você.
é, meu bem. tudo que vai um dia volta.
então, vamos parar com esse jeito ridículo de agir.
não é você que nunca errou. sou eu que sempre engoli suas mancadas numa boa.
mas, se eu morrer de raiva, não vou viver pra ver o dia que eu serei filha da put* com você.
é, meu bem. tudo que vai um dia volta.
então, vamos parar com esse jeito ridículo de agir.
não é você que nunca errou. sou eu que sempre engoli suas mancadas numa boa.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
it's my fault.
eu sou uma romântica.
eu sou completamente otimista.
eu desejo tanto uma vida perfeita que chega a me faltar o ar. mas, acredite, a minha perfeição não se compara a de ninguém.
meu ponto de vista de perfeição é completamente normal... uma vida com dúvidas, incertezas, problemas, decisões a serem tomadas, risadas, lágrimas - meu Deus, muitas lágrimas - um amor e muitas paixões. não quero uma vida perfeita de conto de fadas. quero a perfeição aos meus olhos... e, para mim, perfeição é intensidade. tanto para o bom, quanto para o mau momento. eu descobri hoje que não sei lidar com discussões. pelo menos hoje eu não soube. machuquei alguém na qual a última coisa que eu queria era machucar. mas, fiz. e de propósito. quis machucá-lo até ele sangrar, apenas para não sangrar sozinha. e agora não consigo lidar com a minha culpa. mesmo sabendo que já fui sinceramente perdoada. cara, como alguém pode lidar melhor com a perda do que com a culpa? sentimento engraçado esse que vai contra todas as regras. enquanto todos tendem a passar com o tempo, a culpa só aumenta. não sou dessas pessoas horríveis que machucam com as palavras. eu sei o quanto elas doem. mais até do que feridas reais. mas hoje, fiz. e acho que precisava fazer isso alguma vez na minha vida. poderia ter sido com outra pessoa, em outra ocasião. mas, o que realmente importa é que ocorrido de hoje faz parte da minha perfeição. e não consigo me perdoar por isso... e até mesmo isso faz parte da minha perfeição. eu não ligo de chorar todos os dias. eu adoro chorar. cada lágrima que cai, me sinto mais leve. é como se eu gritasse em silêncio. adoro chorar a dor dos outros; filmes, seriados, novelas, livros... é como se, naquele momento, eles fizessem parte da minha vida. e eu preciso viver isso com eles. preciso. quando termino, me sinto alguém melhor. sinto que a dor que deveras me invade é pequena demais diante da perfeição que é a vida e suas turbulências.
eu sou um turbilhão em órbita. é assim que alguém especial me define. gostei. porque me sinto um turbilhão em órbita. mil sentimentos, mil ideias, mil pensamentos e uma coisa só. consigo ser tão intensa que dói. e eu amo isso. e não vou mudar. porque é isso que me mantém viva. momentos de intensidade, que fazem minha adrenalina subir, que ora me faz muito feliz ora me deixa muito triste. mas, no geral sou feliz. muito feliz. consigo ver minha felicidade diante do meu nariz todos os dias. e parte da minha felicidade tem nome e sobrenome. e isso também faz parte da minha perfeição. eu consigo amar tantas coisas que fico feliz em ser uma romântica otimista. eu acredito no amor. eu realmente acredito. e, às vezes, consigo amar tudo mais que a mim mesma. porque a minha vida é assim. quando não respiro por mim, respiro por tudo que me faz bem, me faz sorrir, me faz continuar. e é isso que precisamos na maior parte do tempo. um motivo, uma razão, um alguém. e você pode sim, amar alguém mais do que a você mesmo. tudo o que dizem a respeito disso é MENTIRA. mas você precisa saber a hora de escolher. porque às vezes temos que escolher entre essa pessoa e nós mesmo. e é aí que você toma as rédeas da sua vida de novo e se ama acima de tudo. até achar outra pessoa que mereça todo seu amor. eu achei uma. apenas uma que realmente mereça todo meu amor - e espero que seja a única pessoa. o lance é nem sempre deixarmos claro que tudo está acima de você mesma. isso é algo que pode estar claro pra você, mas não pro mundo. afinal, precisamos nos manter centrados perante as pessoas normais. mas eu não sou normal. definitivamente normal não cabe à mim. eu sou uma camaleoa, disse alguém especial. não no sentido inconstante. mas estou sempre diferente e sempre igual. consigo mostrar faces novas, ângulos diferentes sempre que preciso. eu sou uma otimista, afinal. preciso disso. preciso ter sempre razões e motivos novos para que todo o romantismo faça sentido na minha vida. e se encaixe na minha perfeição. as pessoas normais não entendem isso. mas o meu alguém, sim. às vezes isso o assusta um pouco. mas o mistério é bom.
a verdade é que quanto mais tento explicar para o mundo meus olhos diante do mundo, mais descubro coisas sobre mim mesma. eu me sinto tão forte às vezes que me permito chorar quieta debaixo das cobertas. isso é força: permitir-se. admitir-se. perdoar-se. mas, isto, é algo que ainda preciso praticar.
eu sou completamente otimista.
eu desejo tanto uma vida perfeita que chega a me faltar o ar. mas, acredite, a minha perfeição não se compara a de ninguém.
meu ponto de vista de perfeição é completamente normal... uma vida com dúvidas, incertezas, problemas, decisões a serem tomadas, risadas, lágrimas - meu Deus, muitas lágrimas - um amor e muitas paixões. não quero uma vida perfeita de conto de fadas. quero a perfeição aos meus olhos... e, para mim, perfeição é intensidade. tanto para o bom, quanto para o mau momento. eu descobri hoje que não sei lidar com discussões. pelo menos hoje eu não soube. machuquei alguém na qual a última coisa que eu queria era machucar. mas, fiz. e de propósito. quis machucá-lo até ele sangrar, apenas para não sangrar sozinha. e agora não consigo lidar com a minha culpa. mesmo sabendo que já fui sinceramente perdoada. cara, como alguém pode lidar melhor com a perda do que com a culpa? sentimento engraçado esse que vai contra todas as regras. enquanto todos tendem a passar com o tempo, a culpa só aumenta. não sou dessas pessoas horríveis que machucam com as palavras. eu sei o quanto elas doem. mais até do que feridas reais. mas hoje, fiz. e acho que precisava fazer isso alguma vez na minha vida. poderia ter sido com outra pessoa, em outra ocasião. mas, o que realmente importa é que ocorrido de hoje faz parte da minha perfeição. e não consigo me perdoar por isso... e até mesmo isso faz parte da minha perfeição. eu não ligo de chorar todos os dias. eu adoro chorar. cada lágrima que cai, me sinto mais leve. é como se eu gritasse em silêncio. adoro chorar a dor dos outros; filmes, seriados, novelas, livros... é como se, naquele momento, eles fizessem parte da minha vida. e eu preciso viver isso com eles. preciso. quando termino, me sinto alguém melhor. sinto que a dor que deveras me invade é pequena demais diante da perfeição que é a vida e suas turbulências.
eu sou um turbilhão em órbita. é assim que alguém especial me define. gostei. porque me sinto um turbilhão em órbita. mil sentimentos, mil ideias, mil pensamentos e uma coisa só. consigo ser tão intensa que dói. e eu amo isso. e não vou mudar. porque é isso que me mantém viva. momentos de intensidade, que fazem minha adrenalina subir, que ora me faz muito feliz ora me deixa muito triste. mas, no geral sou feliz. muito feliz. consigo ver minha felicidade diante do meu nariz todos os dias. e parte da minha felicidade tem nome e sobrenome. e isso também faz parte da minha perfeição. eu consigo amar tantas coisas que fico feliz em ser uma romântica otimista. eu acredito no amor. eu realmente acredito. e, às vezes, consigo amar tudo mais que a mim mesma. porque a minha vida é assim. quando não respiro por mim, respiro por tudo que me faz bem, me faz sorrir, me faz continuar. e é isso que precisamos na maior parte do tempo. um motivo, uma razão, um alguém. e você pode sim, amar alguém mais do que a você mesmo. tudo o que dizem a respeito disso é MENTIRA. mas você precisa saber a hora de escolher. porque às vezes temos que escolher entre essa pessoa e nós mesmo. e é aí que você toma as rédeas da sua vida de novo e se ama acima de tudo. até achar outra pessoa que mereça todo seu amor. eu achei uma. apenas uma que realmente mereça todo meu amor - e espero que seja a única pessoa. o lance é nem sempre deixarmos claro que tudo está acima de você mesma. isso é algo que pode estar claro pra você, mas não pro mundo. afinal, precisamos nos manter centrados perante as pessoas normais. mas eu não sou normal. definitivamente normal não cabe à mim. eu sou uma camaleoa, disse alguém especial. não no sentido inconstante. mas estou sempre diferente e sempre igual. consigo mostrar faces novas, ângulos diferentes sempre que preciso. eu sou uma otimista, afinal. preciso disso. preciso ter sempre razões e motivos novos para que todo o romantismo faça sentido na minha vida. e se encaixe na minha perfeição. as pessoas normais não entendem isso. mas o meu alguém, sim. às vezes isso o assusta um pouco. mas o mistério é bom.
a verdade é que quanto mais tento explicar para o mundo meus olhos diante do mundo, mais descubro coisas sobre mim mesma. eu me sinto tão forte às vezes que me permito chorar quieta debaixo das cobertas. isso é força: permitir-se. admitir-se. perdoar-se. mas, isto, é algo que ainda preciso praticar.
domingo, 15 de agosto de 2010
recado.
muitas vezes, não quero saber.
não me interessa, não me importa...
sua vida, é sua vida. e a vida que tivera antes, não existe mais.
eu fico tentando imaginar o que passa na sua cabeça ou no seu coração.
não por maldade. nem crueldade. mas, para entender um pouco de mim.
de alguma forma, você fez parte dos meus dias.
pelo menos nos meus pensamentos.
e ainda hoje, tua presença me assombra.
não por medo. mas por saber que a tua história existia antes de mim.
e essa parte, talvez eu nunca conheça.
isso não dói. incomoda.
mas, não pense que incomoda a ponto de eu me importar.
às vezes, nas noites sem nada pra pensar, lembro de tudo.
e perco algumas horas imaginando as coisas.
ouviu? algumas horas.
diferente de você que perde dias, meses.
eu sei que o seu sentimento é semelhante ao meu.
mas, não queira viver a minha vida.
fazer as minhas coisas, sentir da mesma forma que sinto.
isso não vai te trazer os anos de volta.
isso não vai fazer tudo mudar.
e aceite você ou não, tudo passou.
não me interessa, não me importa...
sua vida, é sua vida. e a vida que tivera antes, não existe mais.
eu fico tentando imaginar o que passa na sua cabeça ou no seu coração.
não por maldade. nem crueldade. mas, para entender um pouco de mim.
de alguma forma, você fez parte dos meus dias.
pelo menos nos meus pensamentos.
e ainda hoje, tua presença me assombra.
não por medo. mas por saber que a tua história existia antes de mim.
e essa parte, talvez eu nunca conheça.
isso não dói. incomoda.
mas, não pense que incomoda a ponto de eu me importar.
às vezes, nas noites sem nada pra pensar, lembro de tudo.
e perco algumas horas imaginando as coisas.
ouviu? algumas horas.
diferente de você que perde dias, meses.
eu sei que o seu sentimento é semelhante ao meu.
mas, não queira viver a minha vida.
fazer as minhas coisas, sentir da mesma forma que sinto.
isso não vai te trazer os anos de volta.
isso não vai fazer tudo mudar.
e aceite você ou não, tudo passou.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
saudade.
ela sentia o ar lhe faltar.
era como se não fosse o suficiente.
o peito se enchia de um ar já vazio. pesado.
e nem o aroma podia sentir.
precisava estar ao seu redor. precisava.
era como se não fosse o suficiente.
o peito se enchia de um ar já vazio. pesado.
e nem o aroma podia sentir.
precisava estar ao seu redor. precisava.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
today.
ela sentia tanto...
que tanto lhe faltavam as forças.
e chorou um dia inteiro ao lado do maço de cigarros barato.
que tanto lhe faltavam as forças.
e chorou um dia inteiro ao lado do maço de cigarros barato.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
a flor da pele.
adoro o amor e tudo que ele traz e provoca em mim.
gosto de sentir frio na barriga antes do encontro... gosto de todo nervosismo enquanto me arrumo. adoro passar horas tentando imaginar alguma forma de expressar exatamente tudo que eu tô sentindo... e olha, isso nunca foi possível; acho que meu amor não cabe nas palavras... mesmo as mais complexas. até gosto dos pensamentos ruins que deveras me invade. tudo faz parte de uma aglomerado de sentimentos e emoções que movem montanhas, mundos e fundos... e como tudo isso me faz bem. acho que esse é meu destino de vida: amar. independente das circunstâncias, independente de qualquer motivo ou razão. amar e me entregar... sem medo e sem por ques. ouvir músicas e achar que toda elas foram feitas pra mim, pro meu momento. conseguir ver um mundo cor-de-rosa nem que seja por tempo determinado. o que importa é viver e sentir. sentir e viver. necessariamente nessa ordem. abrir o peito, deixar-se invadir por algo totalmente inexplicável. e estar disposto a doar... tudo que tens de melhor - e de pior também... porque conseguimos amar até o pior defeito da pessoa. e, principalmente, estar disposto a enfrentar todas as consequências que esse sentimento trará para sua vida... físicas e psicológicas. o fardo não é leve, mas a recompensa é mágica. acredite.
gosto de sentir frio na barriga antes do encontro... gosto de todo nervosismo enquanto me arrumo. adoro passar horas tentando imaginar alguma forma de expressar exatamente tudo que eu tô sentindo... e olha, isso nunca foi possível; acho que meu amor não cabe nas palavras... mesmo as mais complexas. até gosto dos pensamentos ruins que deveras me invade. tudo faz parte de uma aglomerado de sentimentos e emoções que movem montanhas, mundos e fundos... e como tudo isso me faz bem. acho que esse é meu destino de vida: amar. independente das circunstâncias, independente de qualquer motivo ou razão. amar e me entregar... sem medo e sem por ques. ouvir músicas e achar que toda elas foram feitas pra mim, pro meu momento. conseguir ver um mundo cor-de-rosa nem que seja por tempo determinado. o que importa é viver e sentir. sentir e viver. necessariamente nessa ordem. abrir o peito, deixar-se invadir por algo totalmente inexplicável. e estar disposto a doar... tudo que tens de melhor - e de pior também... porque conseguimos amar até o pior defeito da pessoa. e, principalmente, estar disposto a enfrentar todas as consequências que esse sentimento trará para sua vida... físicas e psicológicas. o fardo não é leve, mas a recompensa é mágica. acredite.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
??
é possível alcançar a felicidade?
ou vamos sempre lutar por mais e mais e mais?
é possível ser feliz sozinho? não? sim? pra algumas pessoas?
acredito em coisas minhas, que fazem parte da realidade do que sinto e vivo... mas o que realmente importa?
para mim, ser feliz. muito feliz. e qual o preço dessa felicidade?...
ou vamos sempre lutar por mais e mais e mais?
é possível ser feliz sozinho? não? sim? pra algumas pessoas?
acredito em coisas minhas, que fazem parte da realidade do que sinto e vivo... mas o que realmente importa?
para mim, ser feliz. muito feliz. e qual o preço dessa felicidade?...
quarta-feira, 7 de julho de 2010
?
eu realmente não entendo certas coisas da vida. e isso nunca havia me incomodado antes. tinha a mania de achar que poderia prever ou controlar tudo, mesmo sabendo que isso é impossível. mas, a sensação era boa. poder, sabe? nada escapa do meu controle. e, normalmente quando escapava, acabava saindo melhor do que a encomenda. e era mágico, surreal. mas, ultimamente a vida tem me dado umas rasteiras, do tipo de quem avisa: "não brinca comigo, baixinha. eu que comando tudo". e quanto mais eu tento dar uma "forcinha", mais as coisas fogem do meu controle ou do meu raciocínio lógico. quanta loucura. me sinto de mãos atadas, coadjuvante da minha própria vida. ei, sr. escritor, qual será o destino da mocinha? e aí, diretor, terei meu final feliz?
quinta-feira, 24 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
.
eu não tenho talento pra depressão. sabe, até tentei. me tranquei no quarto, fiquei na cama. mas, em poucas horas me deu um faniquito e tive que sair. gosto de curtir minha fossinha, só. ficar quieta, assistir filmes dramáticos ou aquele mamão com açúcar. gosto de abandonar o celular e o bom senso; fico de pijama o dia inteiro, não penteio o cabelo, não coloco brinco. mas, mantenho a higiene, LÓGICO. escovo os dentes, tomo banho (troco o pijama). essa coisa de não ter força pra nada é medíocre. é claro que você tem força. o mundo não para, querida. ficar dias na cama, sem comer, beber, tomar banho, escovar os dentes, não vai resolver seu problema. "levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima", já dizia aquele samba. ninguém morre de amor, é fato. isso não quer dizer que não sinto. mas, você tem escolhas, como tudo na vida. eu, escolhi viver. com ou sem dor, com ou sem saudade, sentindo ou não a falta, lembrando ou não do que passou. decidi viver porque é a única coisa que eu tenho certeza que devo fazer. porque se eu escolher não viver, a vida vai passar do mesmo jeito. transforme a dor em força. força pra te manter preparada pro amanhã. pode ser que ele volte. pode ser que apareça outra pessoa. e pode ser que você consiga encontrar o equilíbrio pra deixar as coisas simplesmente acontecerem. nós, humanos, não temos poder pelas coisas. a força que nos guia é muito maior que imaginamos. o tempo não é o nosso tempo. e toda vez que tentamos 'dar uma forcinha' no destino, a coisa tende a dar errado. então, tranquilize-se. é difícil, eu sei. mas, é uma questão de princípio. e de decisão. eu tomei frente a minha vida. segurei as rédeas apenas para não desandar. vou caminhar de acordo com as circunstâncias. e vou viver todo e qualquer sentimento. mas, vou viver. porque eu escolhi ser viva. não apenas respirar.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
"ter fé e ver coragem no amor" - los hermanos.
o problema não é você, sou eu. é esse meu jeito a la Cazuza... exagerada verdadeira, exagerada e verdadeira, não sei. só sei que acabou. como tudo nessa vida, mesmo que não pareça. o amor pode até não acabar - e esse eu acredito que vai nos acompanhar por um tempo - mas não o dedicamos mais para nós mesmo. vamos dedicar ao cachorro, ao ursinho, ao amigo de infância... e, quem sabe um dia, voltemos a pensar em nós. quando digo nós, falo de cada um separadamente, mas também de nós como um plural. por que não? afinal, o problema não é você. nem eu. o problema é que somos incompatíveis no momento. e, talvez daqui alguns meses, nossos planos se cruzem. e os desejos também. afinal, o amor (in)felizmente não acabou. eu sei. você sabe. continua aí.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
trust me, baby.
oi, meu amor.
não sei exatamente o que vim fazer aqui, já que é o último lugar do mundo que você procuraria abrigo. mas, aqui é o meu porto seguro e vim buscar conforto já que seu colo não pode me acalmar agora. é tão difícil dizer que tudo está bem quando realmente não está. não, meu bem, não se preocupe. é preciso muito mais que essa gripe para me derrubar. o problema é a minha cabeça. ela anda a mil por hora, ultimamente. minha mente voa na velocidade da luz e às vezes sinto um medo que não tem fundamento. mas, sinto. e sofro por antecedência. nós começamos a nos acostumar com essa situação. eu sabia que esse dia ia chegar. e isso não quer dizer que amamos menos. apenas, que aprendemos a lidar com a circunstância sem nos machucar tanto. mas, às vezes você age com uma normalidade que congela meu coração. eu quero que você acredite em mim: estou sendo forte. mas, nem tudo a gente controla. eu sei que você também fica inseguro. e sei também que jamais assumiria. mas, nosso amor está crescendo, meu anjo, e você não precisa mais ter medo de sentir. eu não vou te magoar, querido. então se entregue e deixe e emoção nos guiar. o amor tem dessas de sacrifício. também já me sacrifiquei por quem não merecia. e não quero me julgar merecedora agora. é você quem decide. mas, acho que já temos provas o suficiente para acreditar que é de verdade. e o pra sempre, vem depois. confie em mim, querido. deixa eu tocar teu coração como você fez com o meu. baixe a guarda. eu só quero te amar e te fazer feliz. mais feliz. a dor faz parte do sentimento. mas é uma dor diferente. que você jamais sentiu antes, garanto. mantenha a fé em mim, meu amor. não vou decepcioná-lo. eu só preciso de um tempo para te provar. e que você me deixe entrar a fundo no seu coração. já penetrei a casca dura que o envolvia. já derreti boa parte do gelo. confie em mim, meu bem. eu não quero guerra, só paz. isso tudo vai acabar um dia. é isso que nos faz fortes. é o nosso amor que nos une. é só ele, mais nada.
não sei exatamente o que vim fazer aqui, já que é o último lugar do mundo que você procuraria abrigo. mas, aqui é o meu porto seguro e vim buscar conforto já que seu colo não pode me acalmar agora. é tão difícil dizer que tudo está bem quando realmente não está. não, meu bem, não se preocupe. é preciso muito mais que essa gripe para me derrubar. o problema é a minha cabeça. ela anda a mil por hora, ultimamente. minha mente voa na velocidade da luz e às vezes sinto um medo que não tem fundamento. mas, sinto. e sofro por antecedência. nós começamos a nos acostumar com essa situação. eu sabia que esse dia ia chegar. e isso não quer dizer que amamos menos. apenas, que aprendemos a lidar com a circunstância sem nos machucar tanto. mas, às vezes você age com uma normalidade que congela meu coração. eu quero que você acredite em mim: estou sendo forte. mas, nem tudo a gente controla. eu sei que você também fica inseguro. e sei também que jamais assumiria. mas, nosso amor está crescendo, meu anjo, e você não precisa mais ter medo de sentir. eu não vou te magoar, querido. então se entregue e deixe e emoção nos guiar. o amor tem dessas de sacrifício. também já me sacrifiquei por quem não merecia. e não quero me julgar merecedora agora. é você quem decide. mas, acho que já temos provas o suficiente para acreditar que é de verdade. e o pra sempre, vem depois. confie em mim, querido. deixa eu tocar teu coração como você fez com o meu. baixe a guarda. eu só quero te amar e te fazer feliz. mais feliz. a dor faz parte do sentimento. mas é uma dor diferente. que você jamais sentiu antes, garanto. mantenha a fé em mim, meu amor. não vou decepcioná-lo. eu só preciso de um tempo para te provar. e que você me deixe entrar a fundo no seu coração. já penetrei a casca dura que o envolvia. já derreti boa parte do gelo. confie em mim, meu bem. eu não quero guerra, só paz. isso tudo vai acabar um dia. é isso que nos faz fortes. é o nosso amor que nos une. é só ele, mais nada.
terça-feira, 1 de junho de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
ontem, 6.
saudade s. f.
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados.
2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados.
2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.
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